Aos poetas

 

 

Invejo os poetas,

Que transformam as palavras em doces,

Que escrevem o que todos falam,

O que todos vivem, em coisa extraordinária.

Invejo os poetas,

Que ao caminhar, observam o banal e o óbvio,

Com suas lentes da mente e do coração.

 

Odeio os poetas,

Que, embora saibam fazer tudo isso,

Por muitas vezes,

Não sabem viver. Não conseguem amar.

Só escrevem e brincam (com as palavras),

Por que a vida, para eles, já não tem mais graça.

 
Imito, sem sucesso, os poetas,

Escrevo, observo, vivo, brinco. Mais nada.

Não transformo nada em nada.

Somente finjo ser um fingidor,

E, na dor, nada posso fazer,

A não ser...

Amar os poetas!

 

Meu Livro

Aí vai a pimeira página... vou layoutando e "publicando" o resto conforme for fazendo o resto. Boa leitura, ou não.

Poeminha de última hora.

Demônia
Alexandre Caliman – 25/05/2009 – 3h45


Demônia,
Me demoliu
Demônia, não demora
Come logo meus pedaços
Cospe meu coração fora

Demônia
Coisa linda do inferno
Misto de bossa e 'roquenrrol'
É tudo que agora eu quero
Fogo, dança... arrasou!

Demônia,
Me domina
Que eu sei que vou sofrer
Mas eu sofro, é minha sina
Pro inferno com você

Demônia,
Coisa ruim
Ruim demais pra ser verdade
Desgraçada de tão boa
Ô Demônia
Me invade.

Demônia...
Demônia...
Demônia...

Ô Demônia,
Não demora
Nem comigo se preocupa,

Se eu quero ir pro inferno
O problema é todo meu.
Sua, só é a culpa.

O tal do Gengibre...

Vamos ver quanto tempo dura isso. Curti até o momento. Funciona direitinho e dá pra postar direto do celular. Fácil. Esse foi o primeiro post. Abraço!

Raciocine logicamente e conclua...

sei lá...

BlogBlogs.Com.Br

Pro Desencannes...
Vamos ver se entra... no Desencannes. Ui!

Pall Mall
Se fosse em Portugal poderia ser o Caralho Maldito!


Utilidade Pública...
Uma Pergunta.
Quem alvejou o público-alvo?
Responda antes, depois ou durante.
Alvejou ele com pedras
Ou foi mesmo com alvejante?
Italia


Io ti manco, Italia mia.
Io no ti conosco ma ti manco
Ce un dolore in mio cuore.

Voglio morire per vivere
Un’altra volta insieme con te.
Amore mio. Italia mia.

È questo puro amore, oppure, amore.
Ti conosco senza parole.
Vado via, vado via.

Sei stata sempre al mio cuore.
Io ti manco, Italia mia.
Non vivo senza di te.

Ma ti manco i lo so perché.
Tradizione
1940. Fioravante Tuccillo, o último dos italianos da família que no Brasil viveu, canta músicas italianas de sua época, no quintal de casa. Ao seu lado, um garrafão de vinho, brasileiro. 2008. Alexandre, que não tem mais Tuccillo em seu nome, mas mesmo assim carrega a italianisse da família em seu sangue, ouve, em seu notebook, música italiana de sua época, e canta, na copa de seu apartamento. Ao lado, um garrafão de vinho, italiano. Così è la vita... giorno dopo giorno, avanti, senza perdere l’essenza.

(Alexandre Caliman - 05/2008)





Svegliando perche? Non voleva svegliare.
(Alexandre Caliman - 05/2008)

‘Stanotte con te io ho sognato.
Tu ‘stava bellissima e mi guardava con quelli occhi neri.
Con i capelli di seta e tua fragranza di ieri.
Peccato… io sono svegliato.
O melhor dos mundos!
A música é argentina, a lingua italiana, o cenário português e todas... todas as mulheres são a Monica Bellucci! Filmaram o mundo perfeito. Ah, e pra quem gosta, o homem (português também) é bem bonito. Veja:

Outro Desencannes...
Pra tomar sol e ficar mais aliviado.

Mias um pro Desencannes...
Vamos ver se entra...




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